Quando as dúvidas começam, não tem de decidir sozinho

Uma queda, esquecimentos mais frequentes, dificuldade em gerir a medicação, uma casa que deixou de ser segura, um familiar que já não consegue estar sozinho. As mudanças associadas ao envelhecimento surgem muitas vezes aos poucos e, quando damos por elas, as decisões já parecem urgentes.

A Orientação Gerontológica é o ponto de partida da Raízes Seguras. É um espaço de escuta, avaliação e esclarecimento, conduzido por uma gerontóloga com mais de 20 anos de experiência, para que cada pessoa e cada família perceba onde está, o que precisa e quais são as opções reais.

Como funciona

1. Conversa inicial

Começamos por ouvir. Quem é a pessoa, como é o seu dia a dia, o que mudou, o que preocupa a família e o que a própria pessoa deseja para o seu futuro.

2. Avaliação gerontológica multidimensional

Olhamos para a pessoa como um todo, e não apenas para a doença ou para o problema do momento:

  • Autonomia e funcionalidade: mobilidade, atividades do dia a dia, risco de queda;
  • Saúde mental e cognição: memória, atenção, orientação, humor;
  • Bem-estar emocional e hábitos de vida: sono, alimentação, hidratação, atividade física, solidão;
  • Contexto familiar, social e ambiental: rede de apoio, condições e segurança da habitação, recursos disponíveis na comunidade.

3. Devolução e recomendações

Partilhamos o que identificámos, de forma clara e sem linguagem técnica: os riscos a vigiar, as capacidades a preservar e as prioridades. Apresentamos as alternativas possíveis, com as vantagens e limitações de cada uma, para que a decisão seja sua, mas informada.

Para quem é

  • Pessoas a partir dos 50 anos que querem antecipar e preparar a sua longevidade;
  • Filhos e familiares que notam mudanças num pai, numa mãe ou noutro familiar e não sabem por onde começar;
  • Famílias perante uma decisão difícil: continuar em casa, adaptar a habitação, contratar apoio, recorrer a centro de dia ou a uma estrutura residencial;
  • Cuidadores familiares que precisam de orientação para continuar a cuidar sem se esgotarem.

O que ganha

  • Uma visão clara e objetiva da situação atual;
  • Identificação precoce de riscos, antes de se tornarem crises;
  • Prioridades definidas e próximos passos concretos;
  • Mais tranquilidade e menos conflito familiar na hora de decidir.

Sempre que se justifique, a orientação dá origem a um plano de acompanhamento da longevidade, à ligação a cuidadores qualificados ou ao apoio na coordenação e organização dos cuidados.

“Encontrar orientação é o primeiro passo para uma longevidade com mais segurança e tranquilidade.”

Fale connosco e marque a sua orientação gerontológica →

Prefere ler primeiro? Veja o artigo O que significa, afinal, envelhecer bem?